A consulta guarda a data em que aconteceu
O histórico entra com a data original de cada atendimento, não com a data da importação — a linha do tempo do paciente continua sendo a dele.
Já trouxemos 48.047 consultas de sistema legado para o Centrilize, conferidas registro a registro. A migração é feita por quem desenvolve a plataforma — não é um manual entregue para a sua secretária executar.
48.047
consultas importadas e conferidas
4.533
fichas de paciente migradas
47.406
marcações de agenda recuperadas
Migrar não é copiar linhas: é fazer o histórico continuar legível e confiável do outro lado.
O histórico entra com a data original de cada atendimento, não com a data da importação — a linha do tempo do paciente continua sendo a dele.
Anamnese, exame, conduta e prescrição vão para os campos correspondentes da ficha. A consulta não vira um bloco único de texto colado.
Marcações históricas com data, hora e situação. Quando o sistema antigo não exporta agenda, ela é reconstruída do próprio prontuário, com a hora vinda do registro de auditoria — nunca arbitrada.
Depois de gravar, uma conferência independente relê o que ficou no sistema e compara com a origem: nada faltando, nada sobrando, nada divergente.
Paciente e atendimento têm identidade derivada da origem. Se a importação precisar ser repetida — e às vezes precisa —, o que já entrou é pulado.
Campo do sistema antigo que ninguém mapeou interrompe a importação e vira item de decisão. O risco de migração é o dado que some sem ninguém notar.
Não é teoria: são caminhos que já rodaram em consultório de verdade.
cadastro dos pacientes, histórico completo de consultas e agenda
histórico clínico guardado em arquivos .docx, virando consulta com data na ficha
São 6 passos, nesta ordem. Nenhum deles é digitação da sua equipe.
Começa por um paciente completo — cadastro, evoluções e anexos. É nessa hora que se descobre o formato real do export, e não no meio da migração inteira.
Nós escrevemos o pedido, item por item, no formato que importa direto: um arquivo por conjunto, planilha, e um índice ligando cada anexo ao paciente e à data. Você só encaminha.
Cada informação do sistema antigo é apontada para o campo correspondente da ficha. O que não tiver destino claro é decidido com você, por escrito.
A migração roda inteira em modo de ensaio e imprime os números: quantos pacientes, quantas consultas, o que ficou de fora. Você confere antes de qualquer gravação.
A escrita acontece em duas fases (pacientes, depois atendimentos) e termina com a conferência independente do que ficou gravado.
O acesso é liberado com o histórico já dentro. O primeiro atendimento no Centrilize já abre com o passado do paciente na tela.
Prontuário de consultório real raramente está todo no mesmo lugar. Parte vive no sistema antigo, parte em documentos soltos, parte na memória de quem atende há dez anos. A migração do Centrilize trabalha com o material como ele é: já trouxemos histórico exportado de prontuário eletrônico e histórico que existia apenas como arquivos de texto guardados em nuvem — os dois viraram consulta com data dentro da ficha.
O caminho é sempre o mesmo e começa pequeno: um paciente completo primeiro, para você ver o resultado antes de qualquer lote. A partir daí, cada informação do sistema antigo é apontada para o campo correspondente da ficha, a importação roda em ensaio, e só depois grava — com conferência independente do que ficou.
Conte qual prontuário você usa hoje. Avaliamos o que é exportável, quanto do histórico atravessa e em quanto tempo — antes de qualquer compromisso.