Nada chega ao paciente sem você publicar
O portal não espelha o prontuário. O que o paciente vê é o que você publicou, revisado — orientações, documentos e o resumo da consulta na linguagem dele.
Muito do que o paciente precisa lembrar é dito nos últimos minutos da consulta — e depois pode virar mensagem, print e ligação. O Centrilize dá a esse depois um lugar: o chat organiza a conversa, e o portal organiza documentos e orientações.
Documentos, orientações, publicações e as informações do acompanhamento. Cada coisa na sua área, disponível meses depois — e o paciente é avisado quando algo novo chega.
A dúvida do pós-consulta, com quem escreve identificado e a conversa ligada à ficha daquele paciente. É o canal da pergunta — não o lugar onde o documento fica guardado.
O que o paciente recebe é decidido por você, fica guardado onde o histórico está e pode ser corrigido depois.
O portal não espelha o prontuário. O que o paciente vê é o que você publicou, revisado — orientações, documentos e o resumo da consulta na linguagem dele.
Publicou, o paciente recebe um e-mail dizendo que há novidade no portal do seu consultório. Você não precisa mandar mensagem para avisar que mandou.
Errou a dose na orientação? A publicação é revogável e republicável. No aplicativo de mensagens, o que saiu saiu — e a correção vira mais uma mensagem no meio da conversa.
Quem escreve já está identificado e vinculado à ficha. Ninguém precisa perguntar "quem é você mesmo?" nem procurar o histórico em outro lugar antes de responder.
Receita, atestado, pedido de exame e orientação ficam guardados por categoria no portal — na área de Documentos, disponíveis meses depois, e não a 400 mensagens de distância numa conversa.
A mensagem de domingo à noite chega ao canal do consultório e espera você. O paciente é atendido; o seu telefone pessoal continua sendo pessoal.
Responsáveis entram no mesmo login e trocam de perfil entre os filhos. Quem cuida vê o que precisa ver, sem repassar print de conversa.
O aplicativo de mensagens é ótimo para conversar e ruim para guardar. Ele mistura o paciente com a família e o grupo do prédio, empurra o documento importante para trás a cada nova conversa, e não sabe a qual ficha aquela dúvida pertence. Quando a pergunta volta três meses depois — "o senhor tinha me passado uma pomada, qual era?" —, a resposta está lá dentro, e ninguém consegue encontrá-la.
O que muda aqui não é a tecnologia da conversa: é o lugar dela. A orientação sai publicada e revisada, o paciente é avisado, o documento fica guardado por categoria no portal e a mensagem chega já ligada ao prontuário. Os dois convivem sem se confundir: o chat é onde se pergunta, o portal é onde as coisas ficam. O médico responde quando pode, do computador do consultório ou do celular, sem que o número pessoal vire canal de atendimento.
E o que não deve estar lá continua fora: o portal mostra o que foi publicado, não o registro clínico inteiro. A anotação privada e o rascunho do atendimento nunca atravessam essa porta.
Veja como o pós-consulta fica organizado no seu consultório.
Falar com o CentrilizeMostramos o portal com o endereço do seu consultório, como a publicação chega ao paciente e como a conversa fica ao lado do prontuário.